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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Teatro do cinismo - Julgamento de Cunha no STF, amanhã, é só para “limpar a cara” da Justiça

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O “julgamento” de Eduardo Cunha, mancheteado pelos jornais agora à tarde é, como tudo o que se passa no Brasil de hoje, falso.
Não tem nenhuma importância, a não ser protocolar, que Eduardo Cunha seja proibido de exercer, interinamente, a presidência da república, em caso de viagens ou outros impedimentos temporários de Michel Temer.
É uma imensa hipocrisia preocuparem-se se um réu como ele pode ocupar o assento presidencial por dois ou três dias se, nas mesmas circunstâncias, deixam-no promover a derrubada que quem foi levado àquela cadeira.
O “jeitinho”, articulado por Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Melo, os dois únicos que parecem constrangidos com o papel a que o Supremo foi levado é uma tentativa de “limpar a cara” do STF diante da população que não entende como Cunha pode ter sido deixado livre até agora para fazer o que fez – e livre está para fazer outras, agora, cobrando do usurpador Temer o preço caro da faixa presidencial.
Está mais para marketing que para justiça.
Ainda assim, corre-se o risco de assistir-se um teatro constrangedor.
Não faltarão ministros a lembrar que ninguém pode ser impedido de nada senão por condenação. Exceto, claro, os que se chamarem Dilma Rousseff e Luís Inácio Lula da Silva, porque estes não precisam de crimes para serem condenados.
Cunha não precisa sentar na cadeira presidencial para mandar no país. Quem vai sentar sabe que ali está por causa dele e que ele tem meios e ousadia para mostrar como e porque o colocou lá.
Cunha de bom grado aceitará este impedimento.
 – Não preciso sentar na cadeira para mandar. Mando de pé, mesmo.

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