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A única guerra que se perde é aquela que se abandona

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sábado, 7 de maio de 2016

Nelson Nisenbaum

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Patos e Pathos

Ontem, durante e após o 11 a 0 contra cunha, o decibelímetro do manifestômetro apontou a marca zero. Silêncio total no Tucanistão e em Tucanópolis.

Na semana que vem, ao concretizar-se a votação no senado, certamente ouviremos fogos de artifício, panelas, e histeria coletiva.

Tudo isto será registrado nos livros de história do futuro como um momento de surto esquizofrênico de uma sociedade que não se enxerga, não tem autocrítica, que, como dizia o saudoso Dr. Walter Edgard Maffei, confunde germano com gênero humano.

Como costumo dizer, a única profissão que eu rejeitaria a priori para exercer daqui a 50 anos, é a de historiador. Será melhor a de limpador de fossa ou a de proctologista de elefante.
O episódio revelará milimétricamente como funciona a régua ética de uma parte significativa da sociedade brasileira e de sua grande imprensa apodrecida, que mereceria mesmo um prêmio Nobel pelo sucesso em seu intento deseducador e desinformativo.

Mas voltando ao futuro historiador, por caridade, sugiro a ele que dê o seguinte nome ao capítulo que contiver a atual passagem: O império do pathos.

Ainda bem que provavelmente não estarei aqui caso a realidade dos futuros registros históricos me frustre. Por que se isso tudo não for patologia, só mesmo a crença em outros mundos pode nos salvar.

E que D'us queira que eu esteja errado.


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