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A única guerra que se perde é aquela que se abandona

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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Simples asssim: O mundo sabe que é golpe armado por ladrões corruptos, não adianta blindar os larápios.

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No episódio da fala de Dilma na ONU li alguns políticos e jornalistas, profissionais do tempo do jornal de papel, preocupados que a denúncia do golpe poderia "prejudicar a imagem do Brasil no exterior". Isso não existe mais, o novo jornalismo ignora fronteiras nacionais. O golpe foi terrível para a imagem do Brasil no mundo simplesmente porque foi um golpe contra a democracia, planejado e executado por políticos corruptos derrotados nas urnas, tomando o poder sem votos.
Também não adianta a imprensa local blindar as informações dos Panama Papers ou outras maracutaias da elite brasileira (Zelotes, Odebrecht, etc.). 

Não existem mais segredos:

Jornal GGN - O Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) anunciou que irá disponibilizar, no dia 9 de maio, um grande banco de dados com as informações de mais de 200 mil offshores do caso Panamá Papers, envolvendo o escritório de advocacia Mossack Fonseca. A expectativa é que documentos, até então possivelmente blindados pelos meios de comunicação que tiveram acesso, no Brasil e em outros países, sejam democraticamente revelados sem atropelo de interesses.
 
"O banco de dados será provavelmente a maior divulgação já feita de empresas offshores secretas e as pessoas por trás delas", anunciou o consórcio. 
 
O mecanismo será de autobusca, onde o internauta poderá acessar as informações por critérios de pesquisa, como nome da empresa, da pessoa, etc. Os dados envolvem uma dos maiorias articuladoras de offshores no mundo, com informações sobre companhias, trusts, fundações e fundos em 21 paraísos fiscais, desde Hong Kong até Nevada, nos Estados Unidos.
 
Nesta base de documentos, que será disponibilizada pelo Consórcio, estão mais de 200 países e territórios. "Quando os dados forem liberados, os usuários serão capazes de pesquisar as informações e visualizar as redes em torno de milhares de entidades offshores, incluindo, quando possível, registros internos da Mossack Fonseca de verdadeiros proprietários de empresas. O banco de dados interativo também incluirá informações sobre mais de 100.000 companhias adicionais, que faziam parte da investigação sobre os vazamentos de offshores de 2013 do ICIJ", disse o grupo.
 
O Consórcio de Jornalistas, contudo, afirma que não "despejará" todos os documentos particulares, mas que se trata de "uma liberação cuidadosa de informações corporativas básicas". O grupo evitará, por exemplo, dados pessoais em massa, registros de contas bancárias e transações financeiras, emails e correspondências, passaportes e números de telefones. "As informações selecionadas e limitadas serão publicadas dentro do interesse público", explicou.
 
O grupo também afirma que a disponibilização dos documentos não encerra o trabalho dos jornalistas. O jornal alemão Süddeutsche Zeitung, que recebeu o vazamento da Mossack Fonseca e outros veículos de mídia do consórcio, "incluindo novas mídias em países onde o ICIJ não tem sido capaz de denunciar", continuará a investigação e publicará novas reportagens nas próximas semanas e meses, anunciou.
 

A liberação ocorrerá no dia 9 de maio, às 02:00 p.m. (horário EDT), que corresponde às 15h do horário de Brasília, no link offshoreleaks.icij.org.

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