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A única guerra que se perde é aquela que se abandona

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segunda-feira, 18 de abril de 2016

O que aconteceu ontem.

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AGORA A BATALHA É NO SENADO, A LUTA CONTINUA.


Em eleição indireta, a Câmara “escolheu” neste domingo (17) Michel Temer, novo presidente da República, e Eduardo Cunha, como vice.

Os deputados aprovaram esta noite a instauração do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Antes, porém, a decisão da Câmara será remetida ao Senado.
Os senadores formarão uma comissão especial com 42 integrantes. Produzirão um relatório para ser apreciado em plenário.

Caso o Senado decida pela instauração do processo, a presidente é intimada e afastada do cargo. Ela terá 10 dias para sua defesa.

A Presidência da República fica nas mãos de Temer e a Vice cai no colo de Cunha.

Aí, os senadores têm entre 160 e 180 dias regimentais para julgar Dilma. (Ela também pode ser absolvida a exemplo de Bill Clinton nos EUA).

Devido aos recessos regimentais, o processo será concluído no mês de outubro.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) comentou a aprovação da admissibilidade do impeachment: “Não se trata de ‘crime de responsabilidade’; apenas ‘recall’ de apoio parlamentar”.



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