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A única guerra que se perde é aquela que se abandona

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terça-feira, 19 de abril de 2016

Cai a farsa do impeachment






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Aos poucos, vai caindo a farsa do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Com a palavra o supersincero deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que entrega o objetivo do jogo (golpe):

“Sem o Cunha nós não teríamos tirado a Dilma…guerra a gente não escolhe parceiro. Cunha foi o parceiro dessa guerra. Sem o Cunha, Dilma faria o sucessor do PT em 2018. Aqui o jogo é bruto, pra não falar outra coisa… Você será respeitado por mim quando entender o que é esse jogo do poder”.

Ontem, menos de 24 horas depois da votação da farsa, o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) também se pronunciou nesse sentido:

“Eduardo Cunha exerceu um papel fundamental para aprovarmos o impeachment da presidente. Merece ser anistiado”, disse o parlamentar paranaense.

Ou seja, o objetivo era impedir Dilma de fazer o sucessor em 2018. Portanto, jamais se votou na Câmara o combate à “corrupção” ou “crime de responsabilidade” como divulgou a velha mídia golpista.

Para fechar com chave de ouro, não é demais lembrar da prisão do prefeito de Montes Claros, Ruy Adriano Borges Muniz, horas depois de ser elogiado pela mulher, deputada Raquel Muniz (PSB-MG), na votação do golpe.

“O meu voto é para dizer que o Brasil tem jeito e o prefeito de Montes Claros mostra isso a todos nós com sua gestão”, discursou a parlamentar.

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