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A única guerra que se perde é aquela que se abandona

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terça-feira, 29 de março de 2016

Eu também.

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Li os comentários abaixo e pensei nas vezes que também tive vontade de abraçá- la.

Eu também. Como eu gostaria de dar um abraço nesta mulher.
Apertar bem forte e dizer que estamos com ela, e que faremos tudo para que esse golpe não a tire de seu lugar de direito.
Eu diria o quanto me orgulho de seu passado na luta contra a ditadura militar, e agradecer muito, muito por isso.
Dizer que para mim ela é uma das pessoas mais dignas que conheci e que espero muito que a vida um dia lhe traga felicidade e paz de verdade, pois ela merece.
Por fim, depois deste abraço apertado e profundo eu a olharia nos olhos e diria"estamos contigo minha presidenta, não vamos abandoná- la".

Não vai ter golpe, presidenta, vai ter luta.

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Queria poder tomar uma cerveja e prosear com Dilma.
Dizer, olhando nos seus olhos, o que discordo do governo dela e ouvir atentamente suas argumentações.
Isso só por alguns minutos, porque queria mesmo dar um momento de tranquilidade e diversão para essa mulher porreta de 68 anos.
Queria também dar um abraço acolhedor e motivador nela. Dizer algo interessante que a faça rir genuinamente. E ouvi-la falar amorosamente dos netos.
Queria que Dilma soubesse que há quem a veja e respeite como um ser humano, com tudo de bom e ruim que isso significa.
Maria Gabriela Saldanha
Eu queria muito dar um abraço na Dilma. Queria levar umas amigas lá, pra gente fazer alguma comida pra ela, aplicar reiki, ministrar uns óleos essenciais, cuidar dela como um matriarcado faria mesmo. Rezo por ela. Vejo sua aparência exausta nas entrevistas, mas sua fala cada vez mais firme e sem medo, parece que finalmente entendendo que estamos com ela, que não precisa negociar governabilidade ou o que quer que seja com o patriarcado. Nenhum outro político está tão abatido, até porque sabemos: homens sempre se importam menos. Mas nós, não, nós estamos com bonecos imitando bebês nos braços desde que nos entendemos por gente. A vida humana desde sempre legitima a existência da mulher. O que fazem com ela não é diferente do que fazem conosco diariamente, a todo momento tentam nos matar em muitos níveis: sexual, emocional, politicamente. Essa mulher já teve câncer, já foi torturada com choques elétricos, abusada nos porões da ditadura militar, vem sendo chamada de puta nas varandas das elites, teve adesivo simulando estupro com o seu rosto estampado nos carros e ainda está de pé. Dilma ainda está de pé. Nós estamos de pé com ela, eu queria muito poder dizer isso pessoalmente.
‪#‎mulherescomdilma‬

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