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A única guerra que se perde é aquela que se abandona

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Verdade, mais do que verdadeira...

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FHC, O CÍNICO
"O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, agarra-se, agora, à providencial trocentésima fase da Operação Lava Jato para desviar o foco das muitas – e graves – acusações da jornalista Mirian Dutra contra ele.
Para esconder Mirian na Europa, durante os oito anos em que esteve da Presidência da República, FHC tornou o País refém de uma concessionária do Estado – a TV Globo – e usou outra, a Brasif, para atravessar recursos por um paraíso fiscal a fim de manter a ex-amante de bico calado.
Agora, tem a pachorra de se esconder, covardemente, atrás da Lava Jato para insinuar a necessidade de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
Ele, FHC, que comprou votos para a reeleição.
Ele, FHC, que vendeu o patrimônio brasileiro a preço de banana em negociatas também nunca investigadas.
Um homem de 84 anos que, diante da própria ruína moral, não tem sequer a hombridade de reconhecer os próprios erros."
(palavras de Chico Vigilante, deputado distrital do Partido dos Trabalhadores)
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O TUCANO ESTÁ NU
Graças ao jornalista Joaquim de Carvalho, do site Diário do Centro do Mundo, sabemos agora o preço que a Rede Globo cobrou para manter a jornalista Mirian Dutra exilada na Europa, durante os governos de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB: dinheiro, a juros baixos, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
É uma história absolutamente plausível.


Basta lembrar que, no final dos anos 1990, o novo parque gráfico do jornal O Globo foi financiado pelo BNDES.
Também em 2002, no último ano do segundo mandato de FHC, o BNDES autorizou uma operação de capitalização da Globocabo, então principal empresa nacional de tevê por assinatura, de 1 bilhão de reais, dos quais 284 milhões saíram diretamente dos cofres públicos.
Isso a seis meses das eleições de 2002, quando José Serra, do PSDB, apoiado descaradamente pelo Globo, perdeu as eleições para Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.
Está em andamento, na Câmara dos Deputados, a CPI do BNDES, montada, claro, com o objetivo de achincalhar as iniciativas do banco durante as gestões do PT.
Veremos, agora, se com a novas revelações da ex-amante de FHC, a comissão se anima a investigar esse escândalo rocambolesco e ajude o País a entender como um presidente da República usou o dinheiro de toda uma nação para esconder o fruto de uma aventura amorosa.
Como foi capaz de transformar um dos maiores bancos de fomento do mundo num balcão particular de transações de alcova, com a ajuda da TV Globo e da revista Veja, símbolos do que pior a imprensa brasileira pode ter produzido em sua longa história de servilismo e podridão moral.
O Brasil foi refém, e pagou com dinheiro público, de uma aventura amorosa de um presidente irresponsável.
A bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados tem a obrigação moral de convocar Mirian Dutra e Fernando Henrique para depor na CPI do BNDES sobre essas transações obscuras realizadas nos anos 1990.
E a Polícia Federal tem, também, a obrigação legal de iniciar uma ampla investigação sobre o uso político do BNDES durante os governos FHC.
A não ser que prefira continuar atrás do barco de lata de Dona Marisa e das caixas de cerveja de Lula.

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FALOU BONITO CHICO VIGILANTE.
XoXo,
Malú

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