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A única guerra que se perde é aquela que se abandona

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Funeral Laico

Nunca vi isto acontecer num funeral religioso católico: quem morre é reduzido a um cadáver para enterrar, e não a uma pessoa que teve uma vida de afetos, compromissos e paixões, por mais humilde que tenha sido a sua vida. 
De repente, deixa de se ser aquele homem ou mulher que os familiares e amigos recordam com amor, e de que tantas histórias conhecem, para ser apenas um "servo de Deus" que exemplifica a vulnerabilidade humana e serve para dizer que a vida terrestre é uma completa miséria. 
O protocolo que rege os funerais católicos só diz que aquele corpo tem de ser enterrado com umas tantas orações e bênções, não fala de afetos nem de ternura. 
Afetos e ternura não se protocolam, logo não existem nas instituições que tanto amam os protocolos. 
Eu, com certeza vou querer, quando eu morrer aos 125 anos :o)Emoticon smile , um funeral laico.



Eu também Márcia!
XoXo,
 :o)

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