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A única guerra que se perde é aquela que se abandona

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sábado, 13 de fevereiro de 2016

E tem quem queira que eles vão embora...

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MEDICOS CUBANOS ZERAM MORTALIDADE INFANTIL EM MUNICÍPIO DO PIAUÍ

Médicos cubanos são professores no curso de Medicina da Universidade Che Guevara. Em tempo: em Cuba não se vende diploma de Medicina.



Médico cubano, Jorge Jordan fala à reportagem do O Olho sobre o programa; Foto: João Alberto/ O Olho
Médico cubano, Jorge Jordan fala à reportagem do O Olho sobre o programa; Foto: João Alberto/ O Olho

Há 1 ano não morre criança nem parturiente em Barras, no Piauí. Milagre? Não. São os médicos cubanos.
Mais precisamente, são os médicos cubanos Omar Diaz e Olívia Rodriguez Gonzalez. Eles exercem a Medicina que Hipócrates ensinou.
Os médicos cubanos são professores no curso de Medicina da Universidade Che Guevara. Em tempo: em Cuba não se vende diploma de Medicina, como se vende no Brasil.
E qual a diferença?
A diferença é que, na escola particular, o critério de aprovação é o carnê de pagamento em dia. Ninguém reprova um aluno que está em dia com a mensalidade – senão, o pai o retira da escola.
E aí, já se viu como é…
Domingo, o Fantástico denunciou que 500 mil pacientes morrem no Brasil todos os anos devido a erros médicos e contaminação hospitalar.
Interessante é que 10 mil e 500 médicos cubanos estão trabalhando no Brasil e nenhum caso de erro médico e morte de pacientes assistidos por eles foi registrado.
Milagre?
Vale ressaltar que os médicos cubanos estão trabalhando em 17 Países simultaneamente sem um registro sequer de negligência ou erro médico.
Alguém pode explicar isso?

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A resposta é simples: são médicos, não mercenários.
XoXo
Malu

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