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A única guerra que se perde é aquela que se abandona

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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

E o Oscar de melhor Documentário vai para:

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Excelente documentário. Independente se partidário ou não existem perguntas que tem que ser respondidas, para o bem de nossa agonizante democracia.

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O DCM apresenta o documentário sobre a Lista de Furnas que prometemos entregar em mais um projeto de crowdfunding***.
(***Crowdfunding é quando várias pessoas se identificam com o seu projeto ou ideia e resolvem apoiar financeiramente para que ele se realize.)

Com direção do talentoso documentarista e produtor Max Alvim, ele é baseado nas matérias de Joaquim de Carvalho, um dos melhores repórteres do Brasil, colaborador dileto do Diário.

Está ali toda a gênese e as imbricações de um dos grandes escândalos do país — e um dos que mais sofreram tentativas de ser abafado.

O momento do lançamento é oportuno. No sábado, 27 de fevereiro, ficou-se sabendo que o ex-deputado federal Roberto Jefferson e mais seis pessoas foram indiciados pela Delegacia Fazendária (Delfaz) por crime de corrupção ativa e lavagem de dinheiro na estatal mineira.

O Ministério Público Estadual (MPE) levou dez anos para se mexer. Entre os envolvidos estão empresários, lobistas e políticos. Ficou faltando muita gente. Entre as ausências, a de Dimas Toledo, ex-presidente da empresa indicado por Aécio. Dimas não foi indiciado por ter mais de 70 anos e, portanto, contar com o benefício da prescrição.

O que o documentário do DCM traz:

. O que é, para que servia e quem produziu a relação de 156 políticos e os respectivos valores recebidos na campanha eleitoral de 2002 do caixa 2 de empresas que prestaram serviços para Furnas.

. Os principais nomes do esquema: gente como José Serra, então candidato a presidente, Geraldo Alckmin, candidato a governador de São Paulo, Aécio Neves, candidato a governador de Minas Gerais, e Sérgio Cabral, candidato a senador pelo Rio de Janeiro, além de candidatos a deputado, como, Alberto Goldman, Walter Feldman e Gilberto Kassab por São Paulo; Eduardo Paes, Francisco Dornelles e Eduardo Cunha pelo Rio de Janeiro; Dimas Fabiano, Danilo de Castro e Anderson Adauto por Minas Gerais.

. O protagonismo de Aécio: além de receber diretamente para sua campanha R$ 5,5 milhões (13,1 milhões em valores corrigidos pelo IGP-M), há outros dados que confirmam seu papel central no caso.

São antigas as relações de sua família com as empresas públicas na área de energia. O pai, Aécio Cunha, depois de integrar durante seis anos a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, se tornou conselheiro de Furnas, ao mesmo tempo em que era conselheiro da Cemig, a estatal de energia de Minas Gerais.

“Furnas sempre foi território de Minas no governo federal”, afirma José Pedro Rodrigues de Oliveira, ex-coordenador do Programa Luz para Todos.

O doleiro Alberto Youssef, em delação premiada, falou de Aécio. O lobista Fernando Moura detalhou que era “um terço (PT) São Paulo, um terço nacional, um terço Aécio”.

. A batalha para desacreditar a Lista de Furnas: quem divulgou que ela poderia ser falsa foi o PSDB de Minas Gerais, com base em pareces de peritos contratos e num laudo da Polícia Federal feitos em cima de uma das cópias divulgadas por Nilton Monteiro, o homem que confessou atuar como operador do caixa 2.

Uma matéria na Veja, plantada por Aécio, deu força para a ideia da falsidade. Quando essa tese prosperava, o lobista Nílton Monteiro entregou à Polícia Federal o documento original, que foi periciado. A conclusão foi a de que se tratava de um documento autêntico, assinado por Dimas Toledo e sem indício de montagem.

Esperamos, com esse documentário, ter conseguido jogar luzes sobre uma história que caminhava para o esquecimento. Agradecemos a todos os leitores que contribuíram para que ele pudesse ser realizado. 
(DCM - Diário do Centro do Mundo)
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Será que quem ainda tinha dúvidas pode entender agora "o desespero" do tucanato para voltar a ter as rédeas do país ? Eles não vão aguentar outro mandato de PT, ou PSOL, ou de outro partido não vinculado ao esquema... as fezes estão começando a transbordar e eles estão perdendo o controle . Conseguiram muito através de artimanhas com parceiros de imprensa e mídia esconder de toda uma nação o esquema. Vinha a notícia e ela era desqualificada.
Se existe justiça, divina ou não, espero realmente que ela se faça.
Por enquanto meu candidato é o Lula, mas ué,  pode ser também algum do PSOL ou alguém novo que me conquiste  por suas idéias? Certeza eu tenho que nunca será um Bolsonazi, um Aécio, um Serra, um FHC, um Alckmin, um Moro, um Joaquim Barbosa...não acredito em super-herói.
Houve um momento que cheguei a cogitar o Ciro, mas no meu coração ele perdeu para o Lula. Vamos ver....se não houver golpe, vamos ver como vai ser 2018. Ainda tem muita água (de Furnas) até lá....

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