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A única guerra que se perde é aquela que se abandona

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

DE VOLTA A CONDIÇÃO DE COLÔNIA

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A entrega do Pré-Sal foi uma derrota arrasadora do país e contra o país! Derrota comandada pelas grandes multinacionais dos EUA, como a Shell, a Chevron (petrolíferas) e a Globo, derrota realizada através dos títeres destas empresas, o P$DB de Serra e Aécio, o PMDB de Cunha, o DEM de Ronaldo Caiado e o PP da Ana Amélia e do Bolsonaro.
Nosso modelo político faz com que o governo do país (e seu povo) seja refém de parlamentares (senadores e deputados federais) eleitos por interesses internacionais, grandes banqueiros, latifundiários e igrejas.
Nesse modelo, quem ganha as eleições presidenciais não consegue governar sem negociar e ceder aos interesses que dominam ao Congresso Nacional.
A situação da entrega do Pré-Sal, que praticamente ocorreu na noite de 24/02/2016, na votação do Senado que retirou a obrigatoriedade da Petrobras participar de sua exploração, foi um tiro no coração da Pátria, mas os paneleiros nem sabem do que se trata!
(Estavam ocupados se revoltando com a propaganda na TV e votando em quem saia da casa no BBB)
Midiotizados pelas operações judiciais circenses que desviam totalmente o o foco do que, de fato, acontece no país, midiotas saíram as ruas fantasiados de CBF e mobilizados por notórios corruptos e dinheiro de organizações estrangeiras para pedir a volta do país a sua condição de colônia. E é o que se vê na perda do Pré-Sal.
O governo, por sua vez, refém da situação de que não consegue governar sem o Congresso e vendo uma derrota arrasadora sendo construída, no Senado, contra o país e nossa população, fez o que tem feito: assustou-se e, ao invés de ir para o confronto, recuou e tentou negociar com quem não tem interesse em negociar, com quem está por trás dos panelaços! E deu no que deu!
Tentando salvar à Petrobras e ao Pré-Sal, o governo fez um acordo em que o Pré-Sal não foi imediatamente retirado do controle brasileiro, como queriam Serra, Aécio, Renan, Ana Amélia, Globo, Shell etc. A decisão de entregar ou não o Pré-Sal a empresas estrangeiras passa a ser, a partir de agora, do Presidente da República.
Com isso e diante da derrota arrasadora que se desenhava, o governo acredita que conseguiu adiar por três anos a entrega ou não do Pré-Sal. E neste meio tempo tem a ilusão ou pretensão de que a sociedade como um todo acorde e mobilize-se para eleger um governo que não aceite a entrega, pois se seguirmos o mesmo rumo da Argentina nas últimas eleições, estamos fritos.
Não percebe o governo brasileiro, porém, que sua ação de recuo o jogou na jaula dos leões, pois se Shell, Chevron, Globo etc., ainda quiserem investir na captura imediata do Pré-Sal, em vez de esperar mais três anos para tentar eleger um Aécio da vida, agora só precisam derrubar o governo, este governo.
Por isso, ao fugir do enfrentamento, o governo acabou por tornar sua situação ainda mais difícil: pois tudo o que impede Shell, Chevron, Globo etc., de rapinarem imediatamente ao Pré-Sal entre si é justamente o mandato presidencial da atual presidente do país e a eleição de um provável sucessor identificado com ela ou com posições nacionalistas e populares.
De forma que o recuo do governo pode ter precipitado de vez a decisão dos interesses estrangeiros em derrubar o país através da remoção do atual governo.

...Enquanto isso, o Jornal Nacional faz pautas infindáveis do caso Santana...e todo mundo de olho na telinha...plim plim, começou a novela das nove.

Abaixo a lista do Ali Baba Serra e seus quarenta ladrões....


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